quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Diabo.


Assumindo o uso do poder e do magnetismo pessoal
Vivemos numa sociedade que nos leva a sentir culpa quando assumimos as rédeas do nosso destino, quando assumimos o uso do poder. Todavia, existem circunstâncias em que não podemos ser tão “bonzinhos” assim, em que precisamos – devemos! – assumir uma postura de maior competição e desejo pelo poder sobre as coisas do mundo. O arcano XV como conselho para este momento de sua vida, Mademoiselle, chama a atenção para a importância do cultivo do magnetismo pessoal para conquistar coisas no mundo material. Não tenha pudores de fazer valer sua força de autoridade quando sentir que é devido. Cuidado, apenas, para não se deixar levar por emoções extremas demais.
Conselho: Não temer o uso do próprio poder!
[Depois dizem que eu não tento ser "boazinha". Ah, agora briguem com os "astros".]
ahahahahahahahahaha
adorooooo****

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Por quê? Sei lá!


As pessoas têm a mania horrível de ficarem se perguntando: “Ah, por que não eu?”.
Minha resposta é: não fui eu pelo simples fato de que não era para ser. Lógico. Óbvio. Mas mesmo assim continuamos batendo cabeça e nos lamentado com a mesma pergunta.
Por que não eu?
O mundo é tão volúvel, mutável, amplo, e às vezes um “por que não eu” ali ... Abre uma porta enorme para um “eu” aqui.
Falo por mim, passei os últimos meses da minha vida só reclamando, por quê não isso, por quê não aquilo. E engraçado que para os “porquês não eu” dos outros eu achava soluções perfeitas, planos infalíveis, era quase a Carmen Sandiego na produção de esquemas para solucionar a vida alheia. E quanto aos meus... iniciava o ritual: reclamação, briga, mas não me mexia um milímetro para mudar.
Então, continuava o ciclo dos “por quês” e nada de respostas.
Não que hoje Freud tenha ressuscitado e virado meu terapeuta particular e tenha sanado meu problema com os "porquês", mas chegou o momento de ao invés de eu ficar quietinha reclamando, estou dando passos rumo as soluções, ou não, dos porquês. Se vai dar certo? Não sei. Mas sonhar não custa nada.