sexta-feira, 27 de junho de 2008

sua...

“Espero que o tempo voe e que você retorne para que eu possa te abraçar e te beijar de novo...”
Cética como sempre ouvi essa frase escapar da boca de Nando Reis inúmeras vezes, e a única coisa que surgia no meu pensamento era: que piegas!
Vivia me perguntando se esse tipo de vontade ou sentimento, como melhor te convir, era algo verdadeiro, sorri muitas vezes defendendo que não e me achando “a tal”, afinal isso nunca ia acontecer comigo.
“Mas, não, foi ontem que eu disse não, e hoje eu confirmo que a gente não percebe o amor, e para torná-lo real é só expulsa-lo para que ele se torne de alguém...”
É seu.
E confesso que não imaginava que era tão bom assim, então cuida dele direitinho, não deixa que ele se empedre, pensando que é infinito.
Só é real, hoje, por que você fez dele real.
E eu quero viver cada pedaço disso.
E pode acreditar que eu trocaria toda a eternidade ... Por nós dois!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Oh, no, no, don´t phunk with my heart!


Com tanta tecnologia no mundo, eis a pergunta que não quer calar: porque alguém simplesmente não inventa uma máquina que apaga tudo que é tipo de pensamento ou sentimento como aquela do filme “Um brilho eterno de uma mente sem lembranças”?!
Ia ficar milionário! Só de pensar na possibilidade de poder se envolver com aquele “cafa-sanguinário-devastador-de-corações”, e depois quando você achasse que já sofreu por pelo menos umas mil encarnações, apertava o botãozinho e pronto! Tudo apagado, sem direito a backup!
Alívio imediato! Quase um sal de fruta “Eno”! ...
Ê... Ser humano é coisinha maluca... Outra noite eu tava bem tranqüila na minha cama, deitadinha... Sem sono e me maldizendo que não tinha nem mesmo um amor do passado para pensar, e aí... Claro, como sempre, fui procurar sarna pra me coçar, e bem, acabei pisando num formigueiro dos grandes, sabe aquelas tanajuras que a mordida fica dormente por tempos, pois é...!