quarta-feira, 11 de junho de 2008

Oh, no, no, don´t phunk with my heart!


Com tanta tecnologia no mundo, eis a pergunta que não quer calar: porque alguém simplesmente não inventa uma máquina que apaga tudo que é tipo de pensamento ou sentimento como aquela do filme “Um brilho eterno de uma mente sem lembranças”?!
Ia ficar milionário! Só de pensar na possibilidade de poder se envolver com aquele “cafa-sanguinário-devastador-de-corações”, e depois quando você achasse que já sofreu por pelo menos umas mil encarnações, apertava o botãozinho e pronto! Tudo apagado, sem direito a backup!
Alívio imediato! Quase um sal de fruta “Eno”! ...
Ê... Ser humano é coisinha maluca... Outra noite eu tava bem tranqüila na minha cama, deitadinha... Sem sono e me maldizendo que não tinha nem mesmo um amor do passado para pensar, e aí... Claro, como sempre, fui procurar sarna pra me coçar, e bem, acabei pisando num formigueiro dos grandes, sabe aquelas tanajuras que a mordida fica dormente por tempos, pois é...!