quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Tempo

Tempo. Poderíamos somar, multiplicar, reduzir a velocidade, mas nunca o faríamos aumentar, se desdobrar ou simplesmente parar.
Não venho por aqui há algum tempo, mas se formos avaliar quantas coisas são substituídas, destorcidas, mal-acabadas, tudo em razão do tempo, passaríamos a vida em lamúrias.
Não o culpo, nem a mim. Devem pensar que estou maluca. Posso estar. Mas as coisas só acontecem quando tem que acontecer, então por que brigar com o tempo que custa a passar, que passa voando, ou que simplesmente estagna?
Acho que o maior aprendizado de uma pessoa é confiar no tempo. Não estou falando do tipo que cruza os braços e vê a vida passear por ele feliz da vida de mãos dadas com outra vida. E sim, do que se agarra as vontades, as vantagens, a fé, e a força. E não tem medo de olhar o relógio, ver os ponteiros rodarem, admirar o céu, e dizer: “Putz! Vai chover.”